segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Paraguai - Quarto e último dia - 30/10/2011

Tínhamos que almoçar em Curitiba, faltava pouco, uns 200 km. A viagem rendeu e logo chegamos.

Fomos para a Feira de Artesanato. São várias ruas, centenas de barracas com os mais belos trabalhos. Sempre amei essa feira, e é impossível não comprar nada.  Outra coisa que precisava fazer era comer o Pierogue, uma massa recheada de carne de porco ou ricota de descendência polonesa, parece um ravióli grande, e é divino. A vó de uma amiga era polonesa e fazia em casa esse prato, eu adorava vê-la preparando a massa, recheando,fechando, cozinhando, pradepois comer um montão, mas ela chamava de outro nome que nem sei repetir. Saudades Dona Stefânia. Lembranças de infância... Muito bom recordar e sentir de novo o gosto...

O céu estava se fechando em cima de nós e ainda teríamos que ir pra São Paulo, dessa vez a visita a Curitiba, essa cidade que eu adoro, foi mesmo rapidinha...

Paramos num posto pra abastecer e comprar água e aproveitei pra colocar capa de chuva. Ainda bem que fiz isso. A chuva começou e não parou mais até chegarmos em casa.

Na serra do Cafezal, novamente muito trânsito, mas dessa vez tinha a chuva. O Ricardo estava sem capa e estava encharcado, eu estava de capa, mas estava morrendo de frio. Tivemos que parar pra tomar um café umas três vezes, pra ver se a gente se aquecia um pouco,  mas isso parecia impossível, meus dentes não paravam de bater. A viagem foi terrível, aquele transito infernal, muitos caminhões, chuva, frio, dor...

Se fosse pra desistir acho que essa seria a hora.

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